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Oii, springers!

Preparadas para as nossas primeiras paisagens lindas em torno de San Pedro? Espero que sim!

Nosso primeiro passeio foi pelo famoso Valle de La Luna, que tem esse nome por lembrar a superfície e a cor da Lua. O passeio é feito a tarde (não tenho certeza se existe a possibilidade de ir de manhã #fail), e é basicamente o mesmo para todos. Eles passam pelo Valle de La Muerte, pela Cordilheira de Sal, e depois todos se juntam no fim para ver o pôr do sol de lá.

Nosso passeio foi pontualmente às 15h. Boas dicas que eu havia me esquecido de mencionar no primeiro post ao chegar a San Pedro são: carreguem garrafinhas de água – levem muita, mas MUITA água. Se você achar que está levando muito, acredite, é pouco. O Deserto do Atacama é o deserto mais árido do mundo e a desidratação é bem rápida. Fora a altitude que também precisa ser combatida com a ingestão de água, pois um dos sintomas é o vômito, que desidrata o corpo, né? Outra dica é: usem muito, mas MUITO protetor solar. Mesmo no inverno, o sol é agressivo, portanto, o uso do filtro solar é imprescindível.

Nossa primeira parada foi o Valle de La Muerte, que fica próximo de San Pedro. É comum as pessoas irem até lá de bike. Aliás, o aluguel de bike em San Pedro é muito comum (fiquei enrolando e me arrependi de não ter feito um passeio). Olhem esta foto a la o clipe de I’m Not a Girl Not Yet a Woman, da Britney Spears!

 

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A parte estranha do nosso passeio foi que nós não passamos pela famosa Pedra do Coyote, uma pedra suspensa em um paredão onde se vê a imensidão de sal. Nós fomos a uma pedra também, mas não era a do Coyote. Ficamos #chateados! Esta foi a nossa pedra (lembra o que falei sobre câmera profissional e foco x pedir para alguém bater uma foto?).

 

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Depois disso, seguimos para a segunda parte do passeio do Valle de La Luna, em que caminhamos sem o guia. Essa área, por fazer parte de uma reserva, cobra uma taxa de 2.000 PC por pessoa para acesso. É recomendado deixar a mochila no carro, pois a caminhada é através de rochas. O que eu posso dizer? Lindo! O primeiro passeio já estava me surpreendendo.

 

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No caminho para a terceira e última parte do passeio: o pôr do sol. Paramos para observar as “Três Marias”, que hoje são duas, pois mesmo com a observação e linha de distância que deve se manter delas, um turista acabou subindo e destruindo uma. Dizem as más línguas que era um brasileiro.

 

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E aí começou a nossa corrida contra o tempo, pois o sol já estava quase no horizonte. Bora #correr na subida e na altitude – e isso é muito, mas MUITO difícil.

 

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E não é que valeu a pena?

 

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Espero que tenham se apaixonado tanto quanto eu pelo Valle de La Luna.

Até a próxima!

Dai Bugatti.